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P de Penélope Viosinho

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ART_4
18,00 €

Vinho elaborado com leveduras indígenas, com temperatura de fermentação controlada. Estagiou 9 meses em barricas de carvalho Francês usadas, com batonage regular.

Cor limão brilhante com nuances esverdeadas, aromas de fruta cítrica e floral. Na boca é elegante, boa acidez a conferrir muita frescura e crocância, intensidade de sabores de fruta cítrica e ligeiro iogurte e baunilha conferidas pelo trabalho de borra na barrica muito bem integrada. Vinho desafiador!

Recomenda-se o seu consumo entre 10 e 12º como acompanhamento de peixes grelhados e mariscos cozinhados ou ao natural.

Produzidas apenas 300 garrafas.

Mais informações
Tipologia Vinho Branco
País Portugal
Região IVV
Estilo Branco equilibrado e sedoso
Casta Viosinho
Ano 2021
Capacidade 75cl
Enólogo Mauro Azóia
Teor alcóolico 13%
Acidez
Doçura
Corpo
Intensidade aromática
Harmonização sugerida Marisco, Sushi, Peixes magros grelhados, Peixes gordos grelhados
  • Compre 3 por 17,10 € cada e poupe 5%
  • Compre 6 por 16,20 € cada e poupe 10%

Vinho elaborado com leveduras indígenas, com temperatura de fermentação controlada. Estagiou 9 meses em barricas de carvalho Francês usadas, com batonage regular.

Cor limão brilhante com nuances esverdeadas, aromas de fruta cítrica e floral. Na boca é elegante, boa acidez a conferrir muita frescura e crocância, intensidade de sabores de fruta cítrica e ligeiro iogurte e baunilha conferidas pelo trabalho de borra na barrica muito bem integrada. Vinho desafiador!

Recomenda-se o seu consumo entre 10 e 12º como acompanhamento de peixes grelhados e mariscos cozinhados ou ao natural.

Produzidas apenas 300 garrafas.

Sobre o produtor

Artisans Terroir é um produtor de vinhos de edições limitadas. Das mãos do Enólogo Mauro Azóia resultam vinhos realizados com a mínima intervenção, não filtrados e estabilizados de forma natural. São vinhos provenientes da região de Lisboa, em solos argilo-calcários, apesar de serem vendidos como vinho de mesa sem ano e casta. Todos os seus vinhos contam uma história. O primeiro vinho produzido foi o P de Penélope, em homenagem à sua sobrinha Penélope, acabada de chegar à família. O Gandim é uma homenagem ao seu pai, uma vez que era esta a expressão usada por este quando se referia ao Enólogo na sua juventude. Já o Raspanete, é uma homenagem ao seu filho mais velho, que, depois de uma infância mais calma, foi presenteado com alguns Raspanetes após ter entrado na idade da irreverência.